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PILAR 03 · CONTROLE DA PRODUÇÃO

Planejamento e programação

Um plano só é bom quando cabe na capacidade e pode ser executado.

Conectamos demanda, capacidade, materiais e sequência produtiva para transformar pedidos em um plano confiável para o chão de fábrica.

POR QUE ESSA SOLUÇÃO

Programar mais não significa entregar mais.

Quando o plano ignora a capacidade real, a fábrica recebe um combinado que já nasce impossível.

Ordens são liberadas em excesso, prioridades mudam, o gargalo recebe uma sequência ruim e o PCP passa o dia reprogramando aquilo que não conseguiu ser executado.

A solução estrutura as bases, os critérios e os ciclos de planejamento para gerar uma programação realista, estável e conectada ao prazo prometido ao cliente.

SINAIS NA OPERAÇÃO

Quando essa solução se torna necessária.

01

A programação muda várias vezes durante a semana ou o mesmo dia.

02

A carga é maior que a capacidade, mas o impacto aparece tarde.

03

Prioridades conflitantes chegam ao chão de fábrica por diferentes áreas.

04

Tempos imprecisos tornam capacidade e datas pouco confiáveis.

O QUE ESTRUTURAMOS

Os componentes da solução.

Transformar a demanda em um plano exequível para a produção.

01

Gestão da Capacidade da Produção

DEMANDA → CAPACIDADE → DECISÃO

Identificar as restrições que podem impactar a execução do plano e a entrega do pedido.

Como:
  1. DEMANDA: Quanto precisamos produzir? Converter a carteira/plano em necessidade de horas por recurso.
  2. CAPACIDADE: Quanto conseguimos produzir? Considerar calendário, turnos, recursos e capacidade efetivamente disponível.
  3. DECISÃO: Onde não cabe e o que faremos? Identificar restrições antecipadamente e construir alternativas antes da programação.
02

Planejamento

DEMANDA → CAPACIDADE → PLANO

O que precisamos entregar, quando precisamos entregar e nossa fábrica tem condições de fazer isso?

Como:
  1. DEMANDA: O que precisamos entregar? Consolidar carteira de pedidos, previsões, prioridades comerciais e datas comprometidas, criando uma visão clara da necessidade futura da fábrica.
  2. CAPACIDADE: O plano cabe na fábrica? A partir da análise de CxD, identificar antecipadamente sobrecargas, restrições e períodos críticos antes de consolidar o plano.
  3. PLANO: Como vamos atender? Construir um plano global viável, tomando decisões como antecipação de produção, redistribuição de carga, horas extras, turnos, terceirização, priorização ou negociação de datas.
03

Programação

PRIORIDADE → SEQUÊNCIA → EXECUÇÃO

O que cada recurso precisa fazer agora, em qual sequência e com qual prioridade para o plano acontecer?

Como:
  1. PRIORIZAR: O que deve vir primeiro? Definir quais pacotes devem ser priorizados, considerando prazo, disponibilidade de componentes e restrições.
  2. SEQUENCIAR: Em qual ordem executar? Definir a ordem de execução dos pacotes, conforme lead time e fazendo os pedidos avançarem completos.
  3. ORIENTAR: O que a operação precisa fazer agora? O combinado claro: O que produzir? Quanto produzir? E em qual sequência?

Programar não é ocupar máquinas; é fazer as peças certas avançarem para concluir pedidos.

RESULTADOS ESPERADOS

O que muda na prática.

01Programação executável e compatível com a capacidade real.
02Menos reprogramações e maior estabilidade das prioridades.
03Sobrecargas e riscos de atraso identificados com antecedência.
04Maior confiabilidade das datas prometidas ao cliente.

PRÓXIMO PASSO

Essa solução faz sentido para sua operação?

Converse com a Fluir sobre o cenário atual da sua fábrica e identifique por onde começar.

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