A programação muda várias vezes durante a semana ou o mesmo dia.

PILAR 03 · CONTROLE DA PRODUÇÃO
Planejamento e programação
Um plano só é bom quando cabe na capacidade e pode ser executado.
Conectamos demanda, capacidade, materiais e sequência produtiva para transformar pedidos em um plano confiável para o chão de fábrica.
POR QUE ESSA SOLUÇÃO
Programar mais não significa entregar mais.
Quando o plano ignora a capacidade real, a fábrica recebe um combinado que já nasce impossível.
Ordens são liberadas em excesso, prioridades mudam, o gargalo recebe uma sequência ruim e o PCP passa o dia reprogramando aquilo que não conseguiu ser executado.
A solução estrutura as bases, os critérios e os ciclos de planejamento para gerar uma programação realista, estável e conectada ao prazo prometido ao cliente.
SINAIS NA OPERAÇÃO
Quando essa solução se torna necessária.
A carga é maior que a capacidade, mas o impacto aparece tarde.
Prioridades conflitantes chegam ao chão de fábrica por diferentes áreas.
Tempos imprecisos tornam capacidade e datas pouco confiáveis.
O QUE ESTRUTURAMOS
Os componentes da solução.
Transformar a demanda em um plano exequível para a produção.
Gestão da Capacidade da Produção
DEMANDA → CAPACIDADE → DECISÃOIdentificar as restrições que podem impactar a execução do plano e a entrega do pedido.
- DEMANDA: Quanto precisamos produzir? Converter a carteira/plano em necessidade de horas por recurso.
- CAPACIDADE: Quanto conseguimos produzir? Considerar calendário, turnos, recursos e capacidade efetivamente disponível.
- DECISÃO: Onde não cabe e o que faremos? Identificar restrições antecipadamente e construir alternativas antes da programação.
Planejamento
DEMANDA → CAPACIDADE → PLANOO que precisamos entregar, quando precisamos entregar e nossa fábrica tem condições de fazer isso?
- DEMANDA: O que precisamos entregar? Consolidar carteira de pedidos, previsões, prioridades comerciais e datas comprometidas, criando uma visão clara da necessidade futura da fábrica.
- CAPACIDADE: O plano cabe na fábrica? A partir da análise de CxD, identificar antecipadamente sobrecargas, restrições e períodos críticos antes de consolidar o plano.
- PLANO: Como vamos atender? Construir um plano global viável, tomando decisões como antecipação de produção, redistribuição de carga, horas extras, turnos, terceirização, priorização ou negociação de datas.
Programação
PRIORIDADE → SEQUÊNCIA → EXECUÇÃOO que cada recurso precisa fazer agora, em qual sequência e com qual prioridade para o plano acontecer?
- PRIORIZAR: O que deve vir primeiro? Definir quais pacotes devem ser priorizados, considerando prazo, disponibilidade de componentes e restrições.
- SEQUENCIAR: Em qual ordem executar? Definir a ordem de execução dos pacotes, conforme lead time e fazendo os pedidos avançarem completos.
- ORIENTAR: O que a operação precisa fazer agora? O combinado claro: O que produzir? Quanto produzir? E em qual sequência?
Programar não é ocupar máquinas; é fazer as peças certas avançarem para concluir pedidos.
RESULTADOS ESPERADOS
O que muda na prática.
OS PILARES SE CONECTAM
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